Joana Cipriano
Percebi hoje o fascínio que sempre tive pelas linhas que desenham o rosto da Joana, feitas a tinta da china. Conheço-a há anos, da música, e sempre a associei à Covilhã, de onde veio para estudar na Metropolitana e depois dar aulas no Conservatório Nacional, onde fomos colegas. Mas havia qualquer coisa que me evocava…