What’s your favorite camera to shoot with?
It’s not about the camera, I’ve used everything from Holga to Leica, every camera serves a different purpose. In the hands of a ninja everything becomes a deadly weapon. Boogie, 2012 [link]
It’s not about the camera, I’ve used everything from Holga to Leica, every camera serves a different purpose. In the hands of a ninja everything becomes a deadly weapon. Boogie, 2012 [link]
O meu amigo Fernando Mendes, guru dos espaços de cowork e manda-chuva do Coworklisboa, é também professor no IADE – Creative University. Mostrei-lhe há uns meses as fotografias que fiz em Varanasi e gostou tanto que decidiu lançar um desafio aos alunos de duas turmas de mestrado: organizar um conjunto de cerca de 400 das…
Saí ontem à rua para fotografar com a nova Nikkormat. Já era tarde, o sol arrefecia depressa. Andei pelo Bairro Alto, indeciso entre abordar pessoas para as retratar ou apanhar ambientes. Já não fotografava em película há 15 anos. Não há auto-focus, não há modos semi-automáticos, não há ajustes do ISO. Todos os passos têm…
Já escrevi muitas vezes – mas é justo repetir de cada dia que passa – que foi a minha mãe que me ensinou a mexer numa máquina fotográfica, devia ter eu uns 5 ou 6 anos. Tenho uma recordação rarefeita dessa altura, como uma impressão encarquilhada da humidade, com áreas ligeiramente desbotadas pela oxidação do…
Fico sempre comovido com a capacidade que a minha mãe tem de se maravilhar com as tonalidades quentes do por do sol ou com o caleidoscópio de reflexos que a luz faz no rio, quando passeamos ao longo do Tejo ou nos debruçamos na janela da sala de casa dela. “É sempre diferente, já viste?”,…
Acordei nessa manhã com o telefone. – Tiago? – Sim… – Olha… – … – Estou a ligar… – Já está, não está? – Sim. Depois vesti-me para ir ao hospital assinar papéis que só eu podia assinar. A minha mãe tinha saído de manhã para trabalhar e fechou a porta à chave, distraída, sem…
Decisão tomada. Ir para Varanasi com uma câmara, uma lente fixa de 35mm. Uma máquina discreta e leve para fazer uma reportagem sobre a vida e morte na cidade mais antiga do mundo.
Falámos de confiança nos outros, de jogos de olhos fechados, da dificuldade em esquecer traições. Passámos para a família, para a filha que adora dançar, os professores de artes que acham que só com bullying se ensina e aprende. Discutimos como a redução ao absurdo é tão difícil de entender por almas simples, a propósito…
Hoje almocei com o Paulo que me esteve a falar de uma autópsia psicanalítica ao Brahms, a propósito do Quarteto com piano op.60 que levou 20 anos a estar concluído e que está cheio de referências à morte, à depressão e a vários episódios da vida do compositor alemão. Falar de música assim faz-me ouvir…